Segundo o Censo de 2000 do IBGE, havia 300 mil pessoas com Síndrome de Down no Brasil, o que representa 18% das pessoas com deficiência mental no país. Esses altos índices de incidência apontam para a necessidade de uma maior preocupação da sociedade em geral, e dos professores em particular, com aqueles cidadãos que possuem essa Síndrome, para possibilitar a sua inclusão, garantindo-lhes respeito, autonomia e auto-estima.
A quantidade normal de cromossomos de um ser humano é 46, divididos em 23 pares. Os indivíduos que apresentam Síndrome de Down possuem 47 cromossomos, sendo que esse cromossomo “extra” se encontra no par 21, daí a Síndrome ser conhecida também como Trissomia do 21.
É importante frisar que, ao contrário do que diz o senso comum, as relações consangüíneas não aumentam a probabilidade da Síndrome. A única variável com influência direta é a idade da mãe: quanto mais velha maior a probabilidade de ter um filho com Down.
Uma pessoa com Síndrome de Down possui algumas características físicas comuns, como por exemplo: os olhos apresentam pálpebras estreitas e levemente oblíquas, a cabeça é menor e a parte posterior é levemente achatada, mãos curtas e largas, as orelhas são pequenas, a boca é pequena, a musculatura é mais flácida (hipotonia muscular), pescoço curto e etc. Algumas podem apresentar todas essas características, outras não. Também existe uma serie de transtornos à saúde que a síndrome traz para seu portador, como: defeitos cardíacos congênitos, problemas de visão, de audição e motores, problemas de tireóide, propensão a constantes gripes, resfriados e pneumonias.
Os portadores de SD (Síndrome de Down) apresentam um ritmo mais lento de aprendizagem, e existem variações no grau de dificuldade que cada um apresenta. Se a pessoa com a síndrome é estimulado desde a infância terá uma vida totalmente normal em todos os aspectos.
Os conhecimentos devem ocorrer de forma organizada e sistemática por parte dos professores, seguindo passos previamente estabelecidos de maneira lúdica e divertida, que permite a criança reunir um conjunto de experiências integradas que lhe permita relacionar-se no contexto social e familiar valorizando sempre os conhecimentos já adquiridos pelos indivíduos com síndrome de Down.
Diante disso, o que vocês pensa da inclusão de pessoas com Síndrome de Down? Elas devem freqüentar as classes especiais e APAES ou devem se inserir no ensino regular?
sábado, 19 de dezembro de 2009
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Acredito na possibilidade de inclusão de pessoas com SD no ensino regular, entretanto, como existem variações no grau de dificuldade de aprendizagem de cada um, a inserção deve ser avaliada com atenção em cada caso. Assim talvez se torne necessário um trabalho prévio mais direcionado com o aluno para que ele possa se adaptar ao ensino regular. Além disso, a estimulação desde a infância também deve ser levada em conta, pois isso facilitará a inclusão e a adaptação do aluno na classe regular. No mais a inserção é possível e até mesmo preferível, pois não isola o indivíduo com a síndrome do convívio social daqueles que não a possuem.
ResponderExcluirUm pessoa portadora da SD deve ser incluida na sociedade com uma pessoa normal vimos hoje no mercado de trabalho empresas contratando pessoas com essa necessidade então podemos concluir que elas já estão praticamente incluidas na sociedade ,mas na escola acho que isso depende da pessoa com a necessidades acho que isso é por niveis porque a maioria das crianças vamos dizer assim que possuem SD tem dificuladades no raciocinio isso atrapalha muito na escola o rendimento escolar acaba desmotivando o aluno pois acaba repetindo de ano.
ResponderExcluirComo referi anteriormente, a inclusão é um assunto que necessita de muitas reflexões. Então, mesmo os alunos com grau elevado de dificuldade de aprendizagem, acredito que também precisam ser incluídos, talvez não da mesma maneira que outro com menor comprometimento, mas é preciso deixar que eles interajam com outros que possua ou não SD, todos tem o direito de ser incluídos. Os indivíduos que vivem segregados dão consequência ao aumento dos sentimentos preconceituosos, nesse viés a escola para pessoas com necessidades especiais priva-os de expandir suas relações sociais e impede que seus esforços intelectuais aumentem. Eles precisam pertencer á sociedade. Mas no ensino regular a criança que tem que se adequar a estrutura escolar para ser integrada, mas a escola que deveria adequar-se às necessidades de todos os alunos.
ResponderExcluirDevem inseridas em uma classe de ensino regular, como o grupo colocou apresentam dificuldades de aprendizagem em alguns assuntos, mas isso precisara ser trabalhado, como todos os alunos.
ResponderExcluirUma pergunta complexa necessariamente tera um resposta complexa. Cada caso é um caso. A possibilidade passa por um evolvimento familiar, escolar, dos proffisionais da área e ao relacionamento escolar. Sinto confortável somente para chamar a atenção a essa questão já que em relação a síndrome o meu conhecimento esta concaternado a realções teóricas tendo uma pratica de vivência muito pequena.
ResponderExcluirAcredito que a criança deva ser inserida desde pequena em salas de aula "normais" para que assim se desenvolvam o máximo que possam. Afinal, todos temos dificuldades e somos diferentes e cada caso é um caso.
ResponderExcluirAcretido que o aluno portador SD pode e deve ser inserido numa escola regular, entretanto o acompanhamento familiar e profissional na escola é essencial para que o aluno tenha um maior desenvolvimento e seja de fato inserido na sociedade.
ResponderExcluirConcordo com o que o Bruno falou.. a inclusão deve ser feita após uma análise do nível de estimulação que a pessoa com SD pode ter. Iclusão por inclusão, sem estrutura para atender as necessidades do aluno significa somente passar a responsabilidade para a mão dos proefssores e acredito que além de ser uma grande hipocrisia é uma grande irresponsabilidade por parte de autoridades e pais. Cada caso é um caso e essa pergunta jamais vai ter uma resposta aceitavelmente exata.
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