1. Definição: Não é considerado deficiência mental, e sim uma desordem ou transtorno no desenvolvimento
2. Características Básicas: Não se sabe exatamente qual sua causa, embora haja a especulação de que seja de ordem genética. Pode aparecer desde o nascimento ou manifestar-se somente na juventude. Possui “graus” ou variantes, como a “Desordem Desenvolvimental Pervasiva” e o “Autismo Atípico”. Tal característica torna difícil o diagnóstico, que é feito simplesmente pela observação, tendo em vista a não existência de um teste específico para se descobrir o autismo.
3. Comportamento de um autista: O comportamento, muitas vezes iniciado na infância, repete-se por toda a vida. O indivíduo autista tem preferência por ficar sozinho e dificuldade para se relacionar, não olha nos olhos, e prende-se a determinados objetos. As crianças demoram a começar a falar e algumas só iniciam esse processo com a fonoterapia.
Durante o resto da vida, como já foi dito, é comum que persistam os sintomas, como a dificuldade e a resistência para a troca de rotina e dificuldade de relacionamento.
4. Tratamento: O autismo não possui cura, embora seja essa a esperança de muitos pais. Há variação do que se pode fazer de criança para criança. Muitos autistas, quando adultos, necessitam de cuidados institucionais. Já outras conseguem atingir um grande progresso com a psicoterapia, fonoterapia e educação especial. Existem ainda outras formas de tratamento como a Quelação, que se trata da desintoxicação de metais pesados; a Reorganização Neurológica, baseado no Método de Doman. O paciente é avaliado e aplicam-lhe exercícios de estimulação global, para produzir uma ponte entre cada fase de desenvolvimento. Ainda são usados outros tratamentos como a Imunoterapia Ativa ITA, Musicoterapia, Terapia da Fala, Terapia Ocupacional entre outros.
Pergunta para os colegas:
O autismo não tem cura comprovada, todavia podemos ver que cada vez cresce mais o número de tratamentos alternativos, sendo que muitos prometem a tão desejada cura. O resultado dessa busca desesperada são pais submetendo seus filhos a diversos tratamentos extravagantes, acreditando ser para o bem da criança. Mas a pergunta que fica é até que ponto esses tratamentos fazem bem para as crianças? Será que os pais ficam tão obstinados pela possibilidade de verem seus filhos “normais” que chegam muitas vezes a não conseguirem conviver com a situação real de seus filhos, trocando o tempo de convívio familiar com seus filhos por clínicas e por buscas de mais experimentos?
terça-feira, 13 de outubro de 2009
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