A Surdocegueira é uma deficiência, simultânea, da audição e visão, com comprometimento total ou parcial desses sentidos. Dependendo dos casos, o indivíduo pode ver ou ouvir em diversos níveis, mas para ser considerado um Surdocego é preciso que não tenha visão suficiente para compensar a perda auditiva ou que não tenha uma audição suficiente para compensar a perda visual.
Para compensar a falta de informações que proporcionariam esses sentidos, as mãos são encarregadas de suprir essas funções. Tendo um papel adicional, converte-se no meio principal de comunicação. Então quanto mais sedo uma criança Surdacega puder aprender a usar as mãos, mais provável que terá um ótimo uso delas para obter informações.
É importante que os educadores, pais e amigos destas pessoas demonstrem sensibilidade especial para com as mãos, de modo interagir com ela, a fim de assegurar seu melhor desenvolvimento.
Segundo Alex Garcia, Surdocego e Educador Especial, na educação dos Surdocego, existem alguns princípios que se tornam úteis para uma boa educação.
1. Atitude do educador:
• Ter consciência da privacidade do Surdocego pré-lingüístico, isto é, não discutir assuntos relacionados com ele na sua presença;
• Ter consciência que um Surdocego pós-lingüístico pode defender seu ponto de vista e seus direitos apesar de ser Surdocego;
• Permitir que tenha a dignidade de correr alguns riscos naturais.
2. Ambiente de Educação e Aprendizagem:
Devemos envolver o Surdocego numa aprendizagem ativa possibilitando que tenha um controle sobre seu ambiente e motivação para iniciar respostas que controlem acontecimentos. Cada um dos sentidos deve ser incorporado numa intervenção integrada, de modo a encorajar o Surdocego a explorar o mundo a sua volta.
3. Relação com o Surdocego:
Com Surdocegos pré-lingüístico este deve conhecer suas preferências e interesses em determinados objetos e atividades usando sua observação para isso e usando este conhecimento como ponto de partida para a seleção de atividades.
O Surdocego pós-lingüístico, que é em grande parte mais susceptível a mudanças, seus interesses também devem ser respeitados, principalmente aqueles que visem à integração social, sua comunicação, e seu crescimento pessoal/individual.
Pergunta:Futuramente seremos licenciados e em muitas vezes teremos que lidar com situações que não somos acostumados a termos no âmbito escolar. Caso seja incluído na turma um aluno com necessidades especiais no caso um Surdo cego, qual será sua conduta como professor para que o aluno não seja excluído pela classe ou você como professor não aceita que um aluno com esse tipo de deficiência não poderá ser incluído na sua turma?
Caso esse aluno seja incluso pelos colegas quais as formas de comunicação que você utilizara para incentivar esse aluno a não desistir de estudar sabendo das deficiências do mesmo?
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Deficiência Fisica
O tema do trabalho apresentado na disciplina de Fundamentos da Educação Especial refere-se à deficiência física. Diante de tal tema, procurou-se fazer uma breve explanação, no intuito de esclarecer aos demais colegas quais são os aspectos, e da mesma forma, como se externam as deficiências físicas. Do mesmo modo, procurou-se expor algumas deficiências, mostrando seus aspectos visuais e suas características. Citaram-se deficiências causadas devido a lesões cerebrais, medulares, distrofias musculares e patologias degenerativas do sistema nervoso central. Desta forma, teve-se a intenção de informar de um modo explicativo e didático algumas deficiências e suas conseqüências para quem as sofre.
A disciplina de Fundamentos da Educação Especial tem um caráter de disciplina para licenciaturas, deste modo, achou-se importante, além de esclarecer aos demais as deficiências em si, demonstrar que as pessoas que as possuem,podem estar inseridas em realidades escolares e universitárias. Sendo assim, procurou-se demonstrar, através de uma perspectiva de ensino, maneiras corretas de tratamento da pessoa com deficiência física, no intuito de aproveitar todas as capacidades que o indivíduo com uma necessidade especial pode oferecer no âmbito da aprendizagem.
Os métodos para a exposição do presente trabalho deram-se de duas formas principais, sendo a primeira uma expressão oral, expondo alguns autores que poderiam esclarecer acerca do tema, e ao mesmo tempo expondo casos reais de pessoas com deficiência física, com a intenção de aproximar os colegas dessa realidade, e uma segunda, com a utilização de recursos audiovisuais (vídeos), que mostraram alguns depoimentos de pessoas que possuem alguns tipos de deficiências físicas e que mesmo possuindo tais características conseguiram exercer uma vida relativamente normal, dentro de suas necessidades. Desta forma, considera-se que a importância do trabalho residiu em demonstrar alguns tipos de deficiências físicas e como se pode agir em situações que o aluno presente possui alguma necessidade especial, tornando o seu convívio escolar mais proveitoso e da mesma forma conseguindo “extrair” do mesmo, suas reais capacidades.
Pergunta:A deficiência física pode manifestar-se de maneira que nos parece “estranho” ao olhar, visto nossos conceitos (e pré-conceitos) acerca de padrões estéticos. Da mesma forma, alguns casos de deficiência, como as distrofias musculares, por exemplo, além de interferirem na aparência do indivíduo, interferem em sua capacidade de movimentação, algumas afetando até mesmo os movimentos mais simples. Deste modo, nosso questionamento vem no sentido de perceber, em um âmbito escolar, como se deve agir para que esta pessoa tenha acesso ao ensino. Quais seriam os limites para a inclusão do aluno portador de uma deficiência física?E seguindo no mesmo raciocínio, como trabalhar com as impressões, que dependendo da idade, podem expressar-se em relação ao indivíduo de uma forma a gerar constrangimento?
A disciplina de Fundamentos da Educação Especial tem um caráter de disciplina para licenciaturas, deste modo, achou-se importante, além de esclarecer aos demais as deficiências em si, demonstrar que as pessoas que as possuem,podem estar inseridas em realidades escolares e universitárias. Sendo assim, procurou-se demonstrar, através de uma perspectiva de ensino, maneiras corretas de tratamento da pessoa com deficiência física, no intuito de aproveitar todas as capacidades que o indivíduo com uma necessidade especial pode oferecer no âmbito da aprendizagem.
Os métodos para a exposição do presente trabalho deram-se de duas formas principais, sendo a primeira uma expressão oral, expondo alguns autores que poderiam esclarecer acerca do tema, e ao mesmo tempo expondo casos reais de pessoas com deficiência física, com a intenção de aproximar os colegas dessa realidade, e uma segunda, com a utilização de recursos audiovisuais (vídeos), que mostraram alguns depoimentos de pessoas que possuem alguns tipos de deficiências físicas e que mesmo possuindo tais características conseguiram exercer uma vida relativamente normal, dentro de suas necessidades. Desta forma, considera-se que a importância do trabalho residiu em demonstrar alguns tipos de deficiências físicas e como se pode agir em situações que o aluno presente possui alguma necessidade especial, tornando o seu convívio escolar mais proveitoso e da mesma forma conseguindo “extrair” do mesmo, suas reais capacidades.
Pergunta:A deficiência física pode manifestar-se de maneira que nos parece “estranho” ao olhar, visto nossos conceitos (e pré-conceitos) acerca de padrões estéticos. Da mesma forma, alguns casos de deficiência, como as distrofias musculares, por exemplo, além de interferirem na aparência do indivíduo, interferem em sua capacidade de movimentação, algumas afetando até mesmo os movimentos mais simples. Deste modo, nosso questionamento vem no sentido de perceber, em um âmbito escolar, como se deve agir para que esta pessoa tenha acesso ao ensino. Quais seriam os limites para a inclusão do aluno portador de uma deficiência física?E seguindo no mesmo raciocínio, como trabalhar com as impressões, que dependendo da idade, podem expressar-se em relação ao indivíduo de uma forma a gerar constrangimento?
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Apresentação sobre Altas Habilidades
De que forma professores e familiares podem incentivar e estimular as potencialidades dos alunos com altas habilidadessem que isso prejudique, em termos psicológicos e emocionais, o relacionamento social e afetivo destes com as demais´pessoas que não possuem altas habilidades?
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Surdez
CONCEITO: Cotidianamente determinamos a surdez como a perda da capacidade de ouvir, a perda do som em seu aspecto natural, incapacidade de compreender a fala humana.
Causas:
- Infecções nos ouvidos, especialmente as repetidas, prolongadas, doenças e a exposição freqüente a barulho muito alto também podem causar a perda auditiva.
- Doenças adquiridas pela mãe durante a gravidez, que podem ter como conseqüência a surdez : Rubéola; Sífilis; Toxoplasmose; Herpes; Intoxicações intra-uterinas; Agentes Físicos (como, por exemplo, o raio-X); Alterações; Endócrinas (Diabetes ou Tiróide); Carências Alimentares.
BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DOS SURDOS NO BRASIL:
* LIBRAS
- Introduzida pelo Francês Edward Huet (1857) que traz a língua de sinais e o alfabeto manual para o Brasil.
- O Congresso Internacional de Educadores de Surdos em Milão, 1880, proíbe o uso da Língua de Sinais pelos professores ouvintes, os professores surdos foram excluídos da votação.
- A partir dos anos 60 inicia uma nova fase na Educação de Surdos, resgate da Língua de Sinais e Cultura surda
A língua de sinais brasileira – Libras, embora reconhecida em território nacional, desde abril de 2002, segue desconhecida pela imensa maioria da população. É uma língua completa, organizada, com estrutura própria, não é apenas mímica, nem apenas gestos. É produzida pelo corpo, especialmente as mãos.
TENDÊNCIAS EDUCACIONAIS
As tendências de educação escolar para alunos com surdez estão centradas ora na inserção desses alunos na escola comum/ e ou classes especiais, ora na escola para surdos. Existindo três tendências educacionais de maior destaque:
-> Oralista: a qual capacita a pessoa com surdez para utilizar a língua da comunidade ouvintes, na modalidade oral, como única possibilidade lingüística (uso da voz e da leitura labial), tanto na vida escolar como social;
-> Comunicação Total: faz uso de diversificados recursos para efetivar a comunicação, embora não dê a devida importância à língua dos sinais;
-> Bilingüismos: visa capacitar a pessoa para utilizar as duas línguas (sinais e oral), no cotidiano escolar e social
Em relação à Educação de Surdos, existe uma grande problematização em relação à inclusão, uma divisão muito grande de opiniões em relação aos alunos surdos terem direito ou não de uma Escola Especial para Surdos. Na cidade de Santa Maria, este discurso é muito presente em Debates de Educação, pesquise sobre esse assunto, e comente sua opinião sobre a Inclusão de alunos Surdos.
Causas:
- Infecções nos ouvidos, especialmente as repetidas, prolongadas, doenças e a exposição freqüente a barulho muito alto também podem causar a perda auditiva.
- Doenças adquiridas pela mãe durante a gravidez, que podem ter como conseqüência a surdez : Rubéola; Sífilis; Toxoplasmose; Herpes; Intoxicações intra-uterinas; Agentes Físicos (como, por exemplo, o raio-X); Alterações; Endócrinas (Diabetes ou Tiróide); Carências Alimentares.
BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DOS SURDOS NO BRASIL:
* LIBRAS
- Introduzida pelo Francês Edward Huet (1857) que traz a língua de sinais e o alfabeto manual para o Brasil.
- O Congresso Internacional de Educadores de Surdos em Milão, 1880, proíbe o uso da Língua de Sinais pelos professores ouvintes, os professores surdos foram excluídos da votação.
- A partir dos anos 60 inicia uma nova fase na Educação de Surdos, resgate da Língua de Sinais e Cultura surda
A língua de sinais brasileira – Libras, embora reconhecida em território nacional, desde abril de 2002, segue desconhecida pela imensa maioria da população. É uma língua completa, organizada, com estrutura própria, não é apenas mímica, nem apenas gestos. É produzida pelo corpo, especialmente as mãos.
TENDÊNCIAS EDUCACIONAIS
As tendências de educação escolar para alunos com surdez estão centradas ora na inserção desses alunos na escola comum/ e ou classes especiais, ora na escola para surdos. Existindo três tendências educacionais de maior destaque:
-> Oralista: a qual capacita a pessoa com surdez para utilizar a língua da comunidade ouvintes, na modalidade oral, como única possibilidade lingüística (uso da voz e da leitura labial), tanto na vida escolar como social;
-> Comunicação Total: faz uso de diversificados recursos para efetivar a comunicação, embora não dê a devida importância à língua dos sinais;
-> Bilingüismos: visa capacitar a pessoa para utilizar as duas línguas (sinais e oral), no cotidiano escolar e social
Em relação à Educação de Surdos, existe uma grande problematização em relação à inclusão, uma divisão muito grande de opiniões em relação aos alunos surdos terem direito ou não de uma Escola Especial para Surdos. Na cidade de Santa Maria, este discurso é muito presente em Debates de Educação, pesquise sobre esse assunto, e comente sua opinião sobre a Inclusão de alunos Surdos.
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